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Fundação Florestal achou o caminho para resolver todos os problemas da Juréia… CENSURA PRÉVIA

As maiores vitórias conseguidas em favor do socioambientalismo - bandeira defendida pela Mongue - aconteceram com apoio da grande imprensa e com a divulgação através do site e blog de nossa organização. Fotos filmagens e textos que comprovam inúmeras falhas na administração das unidades de conservação de nossa região. Agora entramos no grande rol daqueles que sofrem censura prévia. Veja reportagem do Estadão de jornais, sites e outros meios de comunicação que sofrem censura na democracia brasileira.

Nosso Secretário Executivo - Plínio Melo - Radialista com registro profissional MTb 10.885, MORADOR DA ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA JURÉIA-ITATINS, à Rua da Escola, número 167 na Vila da Barra do Una, município de Peruíbe, a cada vez que se deparar com uma irregularidade funcional, risco à saúde ou qualquer outra atividade que precise de divulgação rápida para que seja encontrada uma solução deverá se comunicar com a Assessoria de Imprensa da Fundação Florestal (com base na cidade de São Paulo) e aguardar autorização para CAPTAÇÃO das imagens.

Enquanto  isso a pesca predatória parece não ser obrigada a cumprir regras. Milhares de peixes sem valor comercial são descartados aos pés do Maciço da Juréia, vísceras de baleias enterradas com desleixo são expostas colocando em risco a saude de moradores da Vila da Barra do Una.


A decisão da Fundação Florestal de impedir o registro de suas ações veio, oficialmente, através de e-mail enviado pelo suposto gestor da EEJI.
Fomos impedidos pelo Diretor da FF de registrar a reunião com moradores do Itinguçu que protestavam contra a decisão judicial que impede a visitação no local conhecido como Cachoeira do Paraíso. Uma decisão Judicial tomada em 2004 foi solenemente ignorada pelo Órgão Gestor da Estação Ecológica.

A FF teve cinco anos para adequar as condições de visitação ao local e reordenar a única fonte de renda dos moradores, mas nada fez.  Agora culpa a “imprensa’ pela decisão judicial.

Comente e assista ao vídeo com a discussão sobre a permissão de gravar. Moradores apoiando a gravação e o trabalho da Mongue, enquanto o Deputado Samuel Moreira, um ex-vereador de Peruíbe com mandato cassado recentemente e o dono de uma agencia de turismo apoiavam a censura à Mongue sob o argumento de que a câmera “inibiria” o diretor da Fundação Florestal…

frase do ano:

 Os moradores foram incluídos como réus no processo para terem a “chance” de se defenderem!!!