Fundação Florestal Promoverá Audiência Pública “Secreta”.
25 Dec 2009 Por Plinio
Acordão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que decidiu, em votação unânime, pela inconstitucionalidade da Lei que criou o Mosaico da Juréia transformando toda a área em Estação Ecológica novamente está sendo ignorado pela Fundação Florestal do Estado de São Paulo.
Em clara desobediência ao ao voto dos Desembargadores o órgão gestor da Unidadede Conservação cria, à portas fechadas, um novo mosaico.
Moradores da região e do entorno aguardam a decisão com imensa desconfiança, pois todos os erros cometidos na elaboração do primeiro mosaico estão sendo repetidos. Reuniões secretas, falta de consulta pública, implantação de clima de terror entre moradores e, principalmente, omissão.
A NOVA AUDIÊNCIA PÚBLICA ESTÁ “AMPLAMENTE“ DIVULGADA NO SITE DO CONSEMA. TODOS OS CAIÇARAS DA JURÉIA, SEGUNDO A FUNDAÇÃO FLORESTAL, PARECEM TER ACESSO À INTERNET E O HÁBITO DE VISITAR A PÁGINA DO CONSEMA.
Enquanto a Fundação Florestal dá uma banana às leis os plantadores de banana avançam sobre a Juréia. Desmatam, ampliam os bananais e UTILIZAM AVIÕES PARA PULVERIZAR AS PLANTAÇÕES CONTAMINANDO AS NASCENTES, A FAUNA E A FLORA COM AGROTÓXICO.

Infelizmente a fiscalização de nossos “Servidores” publicos, não todos(99,…%), são semelhantes os macaquinhos que simbolizam a nossa “justiça”, não enxergam, não escutam e não falam… senão terão que agir e isso gera muito mais trabalho que o de normal, se é que me entenderam…
Porisso que a Mongue e os demais envolvidos com o bem estar da Natureza e com a nossa qualidade de vida, já sabendo desse descaso de nossas “autoridades” publica, não deixam passar em branco e tomam as medidas necessárias e cabíveis junto os orgãos “competentes” de Peruibe, Estadual, Federal, ONU…
PARABENS MONGUE/BLONGUE!!!
Que Deus, continue abençoando mais e mais a Mongue/blongue, nessa missão árdua de lutar em prol a Natureza do Grande Criador do Universo, não somente em 2010, mais para todo sempre! E todos dizem?…
Proprietários podem lucrar com a proteção de suas florestas tendo rendimentos com PROJETOS DE CRÉDITO DE CARBONO - REDD – DESMATAMENTO EVITADO
O sistema de Emissões Reduzidas do Desmatamento e da Degradação (Redd, na sigla em inglês). O desmatamento responde por cerca de 20% das emissões humanas de gases do efeito estufa, especialmente o dióxido de carbono e o metano, derivados da derrubada e queima de florestas.
As florestas tropicais são essenciais também como mananciais hídricos, e funcionam como “pulmões” do planeta ao promover a troca de dióxido de carbono por oxigênio no ar. Além disso, esses espaços contêm riquíssimos ecossistemas, dos quais muitas comunidades indígenas dependem. Pagar pela preservação ajudaria a combater o aquecimento global e a proteger a biodiversidade do planeta.
Objetivos: O objetivo do Redd é pagar para manter as florestas de pé. O pagamento, por meio da venda de créditos de carbono, refletiria o valor do carbono armazenado nas florestas, ou os custos ambientais advindos da extração de madeira e da ocupação agropecuária.
Como funciona? Essencialmente trata-se em usar os créditos como “moeda” com a qual os países em desenvolvimento teriam estímulo para conter o desmatamento, enquanto os países ricos, ao investir nesses mecanismos, ajudariam a cumprir suas quotas obrigatórias de redução de emissões.
Seqüestro de carbono: Os créditos emitidos pela área são a diferença entre o estoque de carbono menos o desmatamento evitado. Para os casos em que existam áreas a serem recuperadas e reflorestadas é feito o projeto a partir do conceito de REDD Plus (conservação, manejo sustentável e enriquecimento de estoques).
Para saber mais: WWW.GREENCO2.NET
11 - 4082-3282